quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

agora,vamos misturar tudo?Mesoamérica.

Malinche, Malina, Malintzin ou Malinalli são nomes para uma mesma mulher que terá tido um papel decisivo na conquista do México por Hernan Cortés. Possivelmente filha de um nobre de Paynala (local situado entre os Impérios Asteca e Maia), terá sido vendida após se tornar um estorvo aquando da morte de seu pai. Nas mãos dos Maias, Malinalli (pensa-se ser este o seu nome original) voltou a ser dada ou vendida acabando como propriedade dos espanhóis. Jovem, atraente, foi presente a Alonzo PuertoCarrero, que cedo partiu para Espanha. Foi nessa altura que se iniciou como tradutora para Cortes do qual teve um filho. Baptizada pelo nome de Malina e conhecida como Malintz pelos indios, o seu papel decisivo vem descrito em documentos da época como Verdadera Historia de la Conquista de Nueva España, no qual se refere que sem ela, a conquista não teria sido possível. Teve ainda uma filha de um casamento posterior. http://acrisalves.wordpress.com/2006/08/11/malinche-allende/

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Lula lá...


Digo adeus ao Presidente com muito pesar e agradeço por nos oferecer a chance do estudo,a chance de podermos participar de um Brasil que até em tão não era nosso.Mas fico contente porque sei que a nossa presidente Dilma dará continuidade ao nosso progresso!

Agora é minha vez de homenagear um líder brasileiro!

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Por que não ampliar o conhecimento?


Por que não ampliar o conhecimento? Para Paulo Freire, ao trabalhar com projetos interdisciplinares, “tanto educadores quanto educandos envoltos numa pesquisa, não serão mais os mesmos. Os resultados devem implicar em mais qualidade de vida, devem ser indicativos de mais cidadania, de mais participação nas decisões da vida cotidiana e da vida social. Devem, enfim, alimentar o sonho possível e a utopia necessária para uma nova lógica de vida”. De acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais - Ensino Médio (PCNEM), “a interdisciplinaridade deve ir além da mera justaposição de disciplinas e, ao mesmo tempo, evitar a diluição delas em generalidades. De fato, será principalmente na possibilidade de relacionar as disciplinas em atividades ou projetos de estudo, pesquisa e ação que a interdisciplinaridade poderá ser uma prática pedagógica e didática adequada aos objetivos do Ensino Médio”.

Vamos falar um pouco de educação?

A educação é o meio que temos de ressaltar essas diferenças qualificando-as ou ocultando-as de uma forma que só percebemos padrões a seguir.Para tanto é necessário observar meios que conduzimos a educação.Uma facilitadora que surge a pouco tempo para conduzir esse processo é a Didática:"É uma ciência cujo objetivo fundamental é ocupar-se das estratégias de ensino, das questões práticas relativas à metodologia e das estratégias de aprendizagem. O trabalho do professor em sala de aula muitas vezes se resume em repassar os conteúdos aos alunos, sem estimular neles a interpretação, a crítica e a criatividade, pois, a contratação de bacharéis vai resultar-se nisso e que essa prática de querer transferir conhecimento não parte apensas de alguns professores, mas também de nossos governantes, queremos lembrar aos mesmo que "Ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua própria produção ou a sua construção", (Freire 1996, p. 47). E vc,leitor,se fosse professor gostaria apenas de repassar conhecimento ou desenvolver características positivas no aluno para que este tivesse um papel fundamental na sociedade?

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Mais um pouquinho de Alessandra Leão.

No meu peito um trancelim de ouro No meu braço levo dois cordões de conta pra me proteger (2x) Anel de prata não dou a bandoleiro Não vou cortar o cabelo com quem só quer falar Minha fivela comprei toda enfeitada não veio cravejada com pedra de marfim E quando o tempo vier manobrar Não me procure que eu vou viajar Meu par de brinco eu não comprei assim E você não é o pingente do meu trancelim pra me balançar Trago no peito anel sem diamantes Chapéu não é bufante cetim pra costurar Na minha boca batom não é vermelho Colar não é espelho papel pra rabiscar E quando o tempo vier manobrar Não me procure que eu vou viajar Meu par de brinco eu não comprei assim E você não é o pingente do meu trancelim pra me balançar

Alessandra Leão "Varanda"


Alessandra Leão é percussionista, compositora e cantora. Iniciou sua carreira em 1997 com o grupo Comadre Fulozinha e atuou ao lado de músicos como Antônio Carlos Nóbrega.Desde 2004, idealizou e coordena o projeto coletivo Folia de Santo, que se propõe a compor músicas baseadas nas tradições ligadas ao “catolicismo popular”. O CD homônimo foi lançado em dezembro de 2008, durante as gravações do DVD do projeto.
Participou do Projeto Era Iluminada – Mangue Beat (Sesc Pompéia -SP), ao lado de nomes como Jorge Du Peixe, Siba, Dengue, Canibal, Júnio Barreto, Lia de Itamaracá, entre outros.
Uma das mulheres mais fortes que já ouvi cantar.Coloca em suas músicas tanta sensibilidade que é impossível não se envolver com suas músicas.Uma Nordestina que representa muito bem a região e também a força feminina sem deixar de transbordar sensibilidade e beleza.

sábado, 4 de dezembro de 2010

Dois de Julho - Independência da Bahia - TVE

Há 186 anos a Bahia proclamava a verdadeira Independência do Brasil. Foi nesta data que as tropas portuguesas finalmente deixaram a Bahia, depois de várias batalhas contra o Exército brasileiro,formado por pessoas do povo.Foi uma história de heroísmo que começou mais de um ano antes do 2 de julho de 1823. Em janeiro de 1822, chega a Salvador a carta do rei de Portugal retirando o brasileiro Manoel Guimarães do comando da cidade e nomeando o general português Madeira de Melo para o cargo de comandante das armas. Os baianos protestaram.Mas Madeira de Melo não dá espaço para que sua autoridade seja questionada. Manda bombardear o Forte de São Pedro e coloca os soldados nas ruas. Na perseguição aos rebelados, os portugueses tentam entrar no Convento da Lapa(Joana Angélica é morta tentando impedir a invasão). Em 12 de junho, a Câmara de Salvador tenta declarar independência da coroa portuguesa, mas o general impede a sessão.A sede de liberdade chega a Santo Amaro. Na Câmara os Vereadores, declaram Dom Pedro I defensor perpétuo do Brasil em 14 de junho. Dias depois é a vez da Vila de Cachoeira romper com a coroa. O português Madeira de Melo manda uma escuna canhoneira pelo Rio Paraguaçu atacar Cachoeira. Um tiro de canhão mata o tocador de tambor da tropa, Manoel Soledade. O povo contra ataca, toma a embarcação e aprisiona os portugueses. O Exército brasileiro começa a ser formado com gente do povo. Chegou a ter 13 mil combatentes, a maioria gente simples como os vaqueiros de Pedrão que formaram um dos mais corajosos pelotões da guerra. Os líderes do movimento pela independência percorriam as vilas e o campo pedindo armas, mantimentos, dinheiro e voluntários.Foi assim que Maria Quitéria ficou sabendo da luta. Ela vestiu as roupas do cunhado e se alistou usando o nome de soldado Medeiros. A defesa de Itaparica foi feita pelos moradores, pescadores, donas de casa e até adolescentes participaram da batalhas. Maria Felipa, negra que organizou as mulheres, se destacou nos combates na praia.Em janeiro 1823, a frotilha de Itaparica comandada pelo tenente Francisco João das Botas enfrenta a poderosa esquadra portuguesa, superior em número de embarcações. Os portugueses recuam. Uma frota comandada por Lorde Chrocane chega no início de maio à Baía de Todos os Santos e logo enfrenta a esquadra inimiga, mas temendo a superioridade portuguesa, recua e monta base em Morro de São Paulo.Junto com a frotilha de Itaparica que patrulhava a costa, a frota de Chrocane garantiu o bloqueio da Baía de Todos os Santos. Enquanto Dom Pedro I declarava independência no sudeste do país, os baianos enfrentavam as tropas portuguesas na Baía de Todos os Santos e no Recôncavo.Para ajudar o movimento de libertação, Dom Pedro I manda o General Labatut, com reforços de armas e homens, assumir o comando das tropas baianas.Antes da chegada de Labatut, os voluntários baianos travam uma dura batalha no Canal do Funil, entre a Ilha de Itaparica e o povoado de Jaguaripe no continente.Na Bahia, o General Labatut chega no fim de outubro e logo organiza o Exército em três brigadas: Pirajá, Armações, a quinze léguas de Itapuã, e a outra entre as duas. No sul do país, centro do poder, as articulações políticas se intensificam. O domínio da coroa portuguesa enfraquece. Às margens do Rio Ipiranga, Dom Pedro I declara independência da coroa portuguesa no dia 7 de setembro de 1822. Mas não foi o fim do domínio português. No mês seguinte, 250 soldados portugueses desembarcam em Itacaranha, avançam sobre Pirajá. Foram quase oito horas de uma batalha sangrenta vencida pelos brasileiros.Cercado por terra e por mar, Madeira de Melo percebeu que não tinha saída e abandona Salvador no dia 2 de julho.Do Forte da Lagartixa foi dado o sinal de que a cidade estava vazia.As tropas entram em Salvador. Um exército de homens exaustos, mas orgulhosos depois de um ano de luta para garantir a liberdade dos brasileiros.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Cultura ou cocha de retalho ?

DIVERSIDADE CULTURAL

por
Antonio A. Dayrell de Lima
Embaixador do Brasil junto à UNESCO

A sociedade brasileira reflete, por sua própria formação histórica, o pluralismo. Somos nacionalmente, hoje, uma síntese intercultural, não apenas um mosaico de culturas. Nossa singularidade consiste em aceitar – um pouco mais do que outros -- a diversidade e transformá-la em algo mais universal. Este é o verdadeiro perfil brasileiro… Sabemos, portanto, por experiência própria, que o diálogo entre culturas supera – no final – o relativismo cultural crasso e enriquece valores universais.

Passado o período colonial, ficamos mais permeáveis à troca de idéias e ao influxo de conteúdos culturais que vêm do exterior, fora da esfera luso-africana. Também aplaudimos, por razões políticas óbvias, o livre fluxo de idéias: é um passaporte para a democracia e o reconhecemos como uma garantia do respeito aos direitos humanos.

O mundo, infelizmente, não apresenta historicamente um jogo simples, equilibrado ou mesmo limpo na matéria: as disproporções em termos da escala ou da resistência das culturas, assim como da difusão das mensagens e dos produtos culturais, são com efeito muito grandes... A globalização, neste aspecto, apresenta uma preocupante tendência à homogeinização cultural, quando não à hegemonia pura e simples em certos setores culturais.

Mas “diversificar é preciso”: a diversidade cultural é, em um certo sentido, o próprio reflexo da necessidade abrangente da múltipla diversidade de vidas na Natureza, a fim de que essa possa como um todo renovar-se e sobreviver. A cultura é a “natureza” do homem. A diversidade cultural pode ser vista, por conseguinte, como a nossa “biodiversidade” -- aquela que deveríamos preservar, se não quisermos estiolar em um mundo globalizado que seria desprovido dos conteúdos, valores, símbolos e identidades que nos dizem intimamente respeito.
O fato é que, obviamente, as produções de natureza cultural não são meros serviços remuneráveis, oferecidos à sociedade por pessoas talentosas ou de sucesso. A cultura não apenas agrada, esclarece ou diverte com produtos que podem ser internacionalmente comercializados, como também provém e faz parte da própria trama das sociedades – inclusive ajudando-as a sustentar-se através de atributos que pertencem ao âmago de cada um, isto tanto nas sociedades modernas quanto nas tradicionais. Os produtos culturais no sentido mais lato são a verdadeira teia que mantém as sociedades coerentes e vivas: deixar perecer, sutil ou grosseiramente, a produção cultural endógena de um povo, substitutindo-a por outra totalmente estranha, por melhor e mais cintilante que possa ser, é empobrecer este povo em sua própria identidade.
Para usar uma analogia muito próxima à esfera nacional, envolvendo o mesmo conceito – o respeito pela identidade do outro – há, efetivamente, a necessidade de uma ação afirmativa internacional quanto à proteção da diversidade cultural. Poderíamos, em toda sinceridade, retirar a autonomia de qualquer governo na implementação de políticas públicas destinadas a proteger setores desavantajados do cenário cultural, quando confrontados somente pelas regras – ou o caos – do mercado global? A resposta é claramente não.



http://portal.unesco.org/en/ev.php-URL_ID=10238&URL_DO=DO_TOPIC&URL_SECTION=201.html

História, Cinema e tudo mais: E falando em demais conteúdos...

História, Cinema e tudo mais: E falando em demais conteúdos...: "Vou postar o texto do historiador/professor doutor Durval Muniz de Albuquerque Júnior. Recebi este e-mail de colegas da UFG com o pedido de ..."